Quem sou eu

O Grupo de Trabalho Eduardo Araújo surgiu das inquietações dos estudantes frente a forma limitada e apartada da realidade no ensino de saúde mental na UFBA. Com o incentivo de um militante da Luta Antimanicomial e usuário dos serviços, Eduardo Araújo, o grupo foi formado, construiu e concretizou projetos que permitiram o contato dos estudantes com a realidade dos serviços e engendraram a luta pela cidadania ao lado dos usuários dos serviços, os ditos "loucos". A partir dessa perspectiva realiza ações de trabalho voltadas para a comunidade “louca” e “normal” com o intuito de promover a discussão acerca da Saúde Mental e das formas tradicionais de tomar cura, como os manicômios.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Seminário Intinerante






Esse projeto foi um resultado da parceria entre os estudantes, em prol dos avanços na Reforma Psiquiátrica Brasileira através da ampliação das discussões em diversas áreas de conhecimento. Uma proposta construída pelo Grupo de Trabalho da Luta Antimanicomial Eduardo Araújo, vinculado ao departamento de Psicologia e pelo Núcleo Acadêmico de Saúde Mental, da Faculdade de Medicina na busca de mudanças a nível cultural e comportamental das pessoas que estão à frente das possibilidades de mudanças, enquanto produtores de conhecimento na sociedade.

Promoveu Seminários em espaços referentes a diversos cursos da UFBA, abordando a loucura dentro de temáticas vinculadas aos mesmos. Propôs uma abordagem diferenciada do clássico modelo de exposição palestrante-ouvinte, ao buscar desenvolver dinâmicas e discussões com o público presente de forma que estas sejam coerentes com suas vivências cotidianas, posturas adotadas, valores, necessidades e dificuldades.
Reflexões acerca das concepções dos participantes e da visão trazida pelo expositor/facilitador, bem como a discussão das implicações dessa temática em suas práticas, foram trazidas durante o evento, o que foi acessado por diversas vias, a exemplo de discussão de um roteiro de perguntas em grupos, construção de painéis, depoimentos, músicas, vídeos, entre outros. Dessa forma, possibilitamos uma construção mais coletiva do pensamento para ação.

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